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Neste
espaço você terá artigos, opiniões,
crônicas, etc., sobre música. Para começar
estamos propondo um desafio.
A
gravadora nos Estados
Unidos fez um concurso para ver quem descobria o maior número
de bandas (nome) em uma gravura. Nós estamos propondo
o mesmo abaixo, e também uma outra gravura só
com bandas nacionais. Divirta-se. |
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| “Rockare
et Rollare, Baby, clavo trabali fixum est!” (1) |
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| Ilumina-nos
Schopenhauer (1788-1860): “(...) Podemos considerar o mundo
fenomênico, ou a natureza, e a música, como duas
expressões diferentes da mesma coisa... A música
é, portanto, se considerada expressão do mundo,
uma linguagem universal em sumo grau... Difere de todas as outras
artes por não ser cópia do fenômeno... Mas
cópia da própria vontade...” “Schop”
confere à música o fastígio no Universo das
Artes, atribui-lhe a majestosa alcunha de “coração
das coisas”, e, crê, ainda, que ela pode exprimir
a vontade em sua essência, servindo como um meio para a
libertação do homem. |
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| Ah
sim, o homo sapiens! Luís Vaz de Camões (1524/25-1580),
define-o com justeza: “Bicho da terra, tão pequeno”.
H.L. Mencken (1880-1956), creio, muito avança neste propósito:
“Talvez o homem seja uma doença localizada do Cosmos,
uma espécie de eczema ou uretrite pestífera”.
Continua: “Existem, é claro, diferentes graus de
eczemas, assim como há diversos tipos de homens”.
O mesmo aplica-se à música. |
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Navegue
pelo Oiapoque (Amapá-Brasil); ou cruze as escalvadas rodovias
em Rancho Cucamonga (Califórnia-EUA); ou auxilie gnus a
atravessar rios encharcados de crocodilos no Serengeti (Quênia
e Tanzânia); ou clique ecofotos de ursos-pandas-gigantes
e macaquinhos-dourados nas Montanhas Quinling (China); ou ordenhe
leite de renas radioativas na Península Kamchatka (Extremo-Leste
da Sibéria, Rússia); por fim, seja partícipe
duma entusiástica catação de coquinhos nas
areias do Arquipélago de Tonga (e não, Tonga da
Mironga do...!) no Oceano Pacífico. Hum, e daí ?!
o que sucede?! Velit nolit (2), meu chapa! Onde você estiver,
sempre, vai surgir, num vu!(3), algum garoto (a), titio (a), ou
vovô (ó) com uma camiseta dos The Rolling Stones
(Led Zeppelin, AC/DC...). Oh yeah, e vai mesmo!!! |
| Rock
é o gênero musical mais difundido – e recebido
com agrado – no Planeta. Há mais de cinqüenta
anos vem encantando os jovens com sua rebeldia e incandescência
inatas; não em intensidade menor, os adultos respeitam
e admiram o inconformismo que irradia. É o campeão
incontestável em vendagens de discos. Supressão
de dúvida, acesse os sites: www.riaa.com ou www.infoplease.com/ipea/
a0151020.html. Doutores em Rock são formados em Universidades
norte-americanas, européias, japonesas e, brasileiras!
Festivais ao ar livres chamados “Open Air” espalhados
pelo Mundo (sobretudo na Alemanha), levam vida e criam verdadeiras
metrópoles ambulantes fomentando o comércio e o
turismo. |
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| A
Sétima Arte (o Cinema) muito lucra explorando sua irrequieta
imagem. As melhores orquestras já lhe renderam homenagem,
dentre elas: a Filarmônica de Berlim e a Filarmônica
de Londres. Em sua brevíssima existência, o Rock
conquistou espaço no coração e na mente dos
povos, como também, desatou a invejosa língua de
manadas de hipócritas (4). Seus inimigos: uma obnóxia
patuléia desvairada de detratores invejosos. Seus admiradores:
a Humanidade! |
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Notas.
(1) Indica algo muito bem fixado no espírito e na memória.
(2) “Queira ou não queira”.
(3) Num abrir e fechar de olhos.
(4) Hipócrita, segundo Ambrose Gwinett Bierce (1842-1914):
“É aquele que professando virtudes que não respeita,
adquire a vantagem de parecer-se com o que despreza”. |
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M.
Fior La Dupuis d’Villeganon |
| M.
Fior La Dupuis é criptônimo de Adriano Alves Fiore.
Oclófobo em desenvolvimento e pirrônico em estado
terminal; filósofo peripatético semovente autodidata;
hard rocker inveterado e headbanger do mesmo tanto. Humanista
(até certo ponto!); e ser humano (não tive a chance
de escolha!). Bacharel em Direito (UFF/UEL); graduando não-concludente
em História (UFF/UEL); graduando em Comunicação
Social & Jornalismo (Metropolitana-Londrina); e aluno especial
em Estudos da Linguagem - Letras - e em Ciências Sociais
(UEL). |
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